Para quem busca uma tatuagem autêntica com uma pegada de erotismo, a gente tem um nome na ponto da língua: é a Brittny Abad, o artista que cria desenhos de “sex positive”.

Com apenas 24 anos e talento de sobra, Brittny Abad é uma tatuadora nascida na Califórnia, mas foi ao mudar-se para Portland, no Oregon, que começou seus primeiros passos no universo da tatuagem. E seu estilo é muito particular: tratam-se de projetos simples e limpos, porém poderosos, que excitam os espectadores pela mescla de surrealismo com erotismo.

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Com uma temática criativa denominada “sex positive”, suas tatuagens não só contam histórias como também buscam trazer tatuagens efeitos positivos sobre as pessoas que as transportam em suas peles, utilizando seu humor para ajudar na relação com o próprio corpo.

Destacando o sexo em suas obras como uma forma de expressão e de amor próprio, convidando às pessoas a se desfazerem de suas inibições e rompendo com os tabus sociais de que o assunto é inapropriado.

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Não é de surpreender que a própria artista não tenha medo de o quanto ela pensa sobre amor e sexo. Em recente entrevista, Abad afirmou: “o sexo é incrível, tudo o que é preciso é uma atração mútua e algumas partes do corpo. Todos nós adoramos, mas ninguém quer falar sobre isso. É negligência tomar essa parte de nossas vidas como algo sem importância e indigno de para o fórum público”.

Mas se engana quem pensa que tudo o que ela desenha se relaciona diretamente ao erótico ou ao ato sexual em si. As tatuagens de Abad querem passar um lema de imagem corporal positiva e autoestima. “Minha arte e, essencialmente, minha vida, nunca teriam se tornado o que são agora se eu não deixasse isso acontecer por mim. Não há nada mais importante. A vida é muito curta para dar uma merda sobre coisas que não fazem você se sentir bem”, diz ela.

Dá uma olhada:

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Paula Neiva
Escrito por Paula Neiva
Trocou a vida de publicitária em São Paulo pela de estudante de artes em Buenos Aires. Tem um Tyler Durden tatuado no braço mas não pode falar pra ninguém, porque a 1a regra é nunca falar sobre o Clube da Luta.